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NAU BRASILIS:
A HISTÓRIA, A TRAJETÓRIA E A RETOMADA
DA CONSTRUÇÃO NAVAL BRASILEIRA



Capa dura, 360 páginas de miolo, no formato de 285 x 285 mm fechado, contendo 685 imagens, entre fotografias e ilustrações, impressas a cores. Preço de capa é de R$ 120,00.


CAPÍTULOS
 

6 Prezado leitor, prefácio de Vital Jorge Lopes
7 Um navio por um administrador, prefácio de Rômulo Otoni Andrade
9 A herança naval portuguesa
14 A construção naval no Rio de Janeiro
18 Os primórdios da construção naval na Bahia
21 As embarcações indígenas e populares do Brasil
25 A questão naval no Brasil Império
31 A Marinha Mercante brasileira
38 O Arsenal de Marinha da Bahia
40 O Arsenal de Marinha de Pernambuco
42 O Arsenal de Marinha do Pará
43 O Arsenal de Marinha de Ladário
44 O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro
48 A era da navegação a vapor
49 Napoleão Level, o primeiro engenheiro naval brasileiro
52 O notável pioneirismo dos engenheiros navais brasileiros
56 Cruzador Tamandaré, o maior navio construído no Brasil entre 1890 e 1961
60 O Arsenal de Marinha da Ilha das Cobras
65 O novo arsenal
71 Uma nova era de construções navais
88 Os primeiros submarinos construídos no Hemisfério Sul
90 A Fábrica da Ponta d’Areia e o surgimento da indústria naval brasileira
96 A Companhia Nacional de Navegação Costeira e o Estaleiro da Ilha do Viana
108 O Lloyd Brasileiro e suas oficinas de reparos
112 A Empresa Nacional de Navegação Hoepcke e o Estaleiro Arataca, em Florianópolis
114 O Plano de Metas de Juscelino Kubitschek e a implantação da moderna indústria de construção
naval no Brasil
120 Manter em plena ocupação os estaleiros nacionais
121 O primeiro curso de engenharia naval
122 O Primeiro Plano de Construção Naval
126 O Segundo Plano de Construção Naval: o Brasil entre os maiores do mundo
128 A Companhia Comércio e Navegação e o moderno Estaleiro Mauá
136 O Estaleiro Inhaúma, da Ishikawajima do Brasil, Ishibrás
140 O Estaleiro Jacuecanga, da Verolme - Estaleiros Reunidos do Brasil S. A., em Angra dos Reis,
Rio de Janeiro
144 O Estaleiro Caneco
148 A Mac Laren Estaleiros e Serviços Marítimos
151 A paulatina paralisação dos estaleiros
154 O renascimento da indústria naval brasileira
160 Os grandes polos da indústria naval
166 Fronape / Transpetro: a maior frota marítima do Hemisfério Sul
175 O Estaleiro Emaq
184 A Comissão de Fábrica da Emaq e a luta dos trabalhadores pelos seus postos de trabalho
188 O surgimento do Estaleiro Eisa
192 O engenheiro naval Manuel Ribeiro Gonçalves

SEGUNDA PARTE

195 A retomada da construção naval no Brasil
196 A Log-In Logística Intermodal, uma empresa armadora derivada da Docenave
208 Sinaval: Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore
211 A segurança dos trabalhadores nos estaleiros e a Norma Regulamentadora NR-34
212 O Fundo da Marinha Mercante e o fomento à construção naval no Brasil
214 A participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES
216 As sociedades classificadoras
218 O dia a dia da construção acompanhado por um vistoriador da sociedade classificadora ABS
219 O navio porta-contêineres
222 O projeto e a construção do navio
224 Tecnologia nacional no desenvolvimento de projetos de construção naval
232 O início da construção do casco EI-504
245 O trabalho feminino nas linhas de produção do estaleiro
246 O casco EI-504 no pátio de edificação
252 O casco EI-504 posicionado na carreira de construção e lançamento
258 Avanço da construção do casco e a chegada do motor em março de 2010
267 Conclusão da edificação do casco EI-504 na carreira
272 Preparativos para o lançamento ao mar
276 O primeiro navio porta-contêineres construído no Brasil no século XXI
278 O Log-In Jacarandá e a tradicional solenidade de bênção, batismo e lançamento ao mar
286 A volta por cima da indústria naval
288 O Log-In Jacarandá no cais de acabamento
292 A fase de condicionamento
296 Lançamento do segundo navio da série: o Log-In Jatobá
300 Finalização da construção do Log-In Jacarandá
302 A docagem do Log-In Jacarandá
303 Construção do primeiro navio “bauxiteiro”
304 As provas de mar do Log-In Jacarandá
308 A prova de funcionamento contínuo do motor
310 As provas de velocidade
312 As provas de manobra
315 A classificação do Log-In Jacarandá
316 Rômulo Otoni Andrade: Missão dada é missão cumprida!
318 A primeira viagem
328 O Porto de Santos, São Paulo
332 Rumo a Buenos Aires
334 De Paranaguá a Suape
340 O Porto do Pecém, Ceará
344 O quarto de guarda no passadiço
346 A tripulação
348 Navegação pelo Rio Amazonas
356 Agradecimentos
357 A indústria naval 40 anos depois, posfácio de Antonio Giacomelli
358 Paixão à primeira vista, posfácio de Edson de Lima Lucas
359 Bibliografia
360 O autor

 



 

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